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	<title>Comentários sobre: Crônica da Sexta &#8211; Marrocos, parte 2 &#8211; o tapete, o berbere e a otária</title>
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		<title>Por: Mauro Martins</title>
		<link>http://lopoliti.com/2010/01/22/cronica-da-sexta-marrocos-parte-2-o-tapete-o-berbere-e-a-otaria/#comment-331</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mauro Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 19:18:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hummmmm......exatamente o que me ocorreu, só espero que o tapete não se desfaça quando eu chegar em casa. Ainda estou no Marrocos, e ler seu relato me deixou melhor, sabendo que não aconteceu somente comigo. Em Merzouga, numa cooperativa de berbéres, tudo perfeito para que se comprasse o melhor tapete pelo menor preço....paguei menos de 40% do pedido inicial, seguindo rigorosamente o conselho do Lonely Planet e Frommers....saí todo prosa da negociação, mesmo sabendo que tinha sido um valor alto. Mas...comprar um tapete legítimo no lugar onde ele foi tecido não tem preço.

Em Marrakech entrei numa loja grande....apenas por curiosidade. A mesma situação....tapete semelhante com início de negociação abaixo do preço que paguei no deserto. Claro....negociei de novo e consegui fechar pela metade do preço!!! Uau!!! Na média eu estava ficando bom....

Mas...ainda teve outra....em Meknés. O comércio ali é menos agressivo. Entrei numa outra loja de tapetes e saí de lá com outro da mesma espécie, berbére de três técnicas, pela metade do preço de Marrakech e 1/4 do que paguei em Merzouga.

Hoje, em Fès, também me aventurei numa loja, o preço ainda conseguiu ser menor que em Meknés, mas ficarei apenas com os que já tenho.

Estou agora com três belíssimos tapetes e um grande problema, como levar na bagagem.....]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hummmmm&#8230;&#8230;exatamente o que me ocorreu, só espero que o tapete não se desfaça quando eu chegar em casa. Ainda estou no Marrocos, e ler seu relato me deixou melhor, sabendo que não aconteceu somente comigo. Em Merzouga, numa cooperativa de berbéres, tudo perfeito para que se comprasse o melhor tapete pelo menor preço&#8230;.paguei menos de 40% do pedido inicial, seguindo rigorosamente o conselho do Lonely Planet e Frommers&#8230;.saí todo prosa da negociação, mesmo sabendo que tinha sido um valor alto. Mas&#8230;comprar um tapete legítimo no lugar onde ele foi tecido não tem preço.</p>
<p>Em Marrakech entrei numa loja grande&#8230;.apenas por curiosidade. A mesma situação&#8230;.tapete semelhante com início de negociação abaixo do preço que paguei no deserto. Claro&#8230;.negociei de novo e consegui fechar pela metade do preço!!! Uau!!! Na média eu estava ficando bom&#8230;.</p>
<p>Mas&#8230;ainda teve outra&#8230;.em Meknés. O comércio ali é menos agressivo. Entrei numa outra loja de tapetes e saí de lá com outro da mesma espécie, berbére de três técnicas, pela metade do preço de Marrakech e 1/4 do que paguei em Merzouga.</p>
<p>Hoje, em Fès, também me aventurei numa loja, o preço ainda conseguiu ser menor que em Meknés, mas ficarei apenas com os que já tenho.</p>
<p>Estou agora com três belíssimos tapetes e um grande problema, como levar na bagagem&#8230;..</p>
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	<item>
		<title>Por: Crônica da Sexta 2 &#8211; Finalizando Marrocos &#171; Blog Lô Politi</title>
		<link>http://lopoliti.com/2010/01/22/cronica-da-sexta-marrocos-parte-2-o-tapete-o-berbere-e-a-otaria/#comment-155</link>
		<dc:creator><![CDATA[Crônica da Sexta 2 &#8211; Finalizando Marrocos &#171; Blog Lô Politi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:02:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Veja posts anteriores sobre o Marrocos aqui e aqui. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Veja posts anteriores sobre o Marrocos aqui e aqui. [...]</p>
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		<title>Por: Léia</title>
		<link>http://lopoliti.com/2010/01/22/cronica-da-sexta-marrocos-parte-2-o-tapete-o-berbere-e-a-otaria/#comment-150</link>
		<dc:creator><![CDATA[Léia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:05:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Oi, i&#039;m so sorry, não deu pra segurar o riso. Já vi uma história parecidíssima com essa!

Sem tapete, mas com histórias pra contar. Não é uma maravilha isso?

Léia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, i&#8217;m so sorry, não deu pra segurar o riso. Já vi uma história parecidíssima com essa!</p>
<p>Sem tapete, mas com histórias pra contar. Não é uma maravilha isso?</p>
<p>Léia.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Kais Ismail</title>
		<link>http://lopoliti.com/2010/01/22/cronica-da-sexta-marrocos-parte-2-o-tapete-o-berbere-e-a-otaria/#comment-116</link>
		<dc:creator><![CDATA[Kais Ismail]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 20:05:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[rsrsrsrss Isso me faz lembrar de quando trabalhei como balconista na loja Peaceland, que fica a bem pr... Ver maisóxima da muralha de Jerusalém. Havia desde sabão feito com azeite até diamantes. Passando por vasos, tapetes, quadros, vestidos usados e antigos de beduínas e tudo mais q vc possa imaginar. Mas, por se tratar de Terra Santa, não poderia faltar o souvinir que mais se vende em Israel aos que fazem turismo religioso, um kit com terra e pedregulhos de Jeuslém e um vidrinho com água do rio Jordão. Eu mesmo vendia uma média de 400 kits por dia, para pessoas do mundo inteiro. Foi nesta loja que conheci aborígenas e as mais diversas tribos africanas com suas cicatrizes tribais no rosto. Conheci pessoas de países que eu nem sabia que existia. E todas levavam este kit com muita fé que ele tinha poder de cura. Desta forma, pelo menos umas 200 vezes por dia eu pedia perdão a Deus antes de confirmar a pergunta do comprador se aquilo realmente curava, pois vinha tudo da China onde era mais barato embalar terra, pedrinhas...
Eu já até sugeri uma pauta para a imprensa sobre este assunto. A água do rio Jordão da Terra Santa é MADE IN CHINA!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>rsrsrsrss Isso me faz lembrar de quando trabalhei como balconista na loja Peaceland, que fica a bem pr&#8230; Ver maisóxima da muralha de Jerusalém. Havia desde sabão feito com azeite até diamantes. Passando por vasos, tapetes, quadros, vestidos usados e antigos de beduínas e tudo mais q vc possa imaginar. Mas, por se tratar de Terra Santa, não poderia faltar o souvinir que mais se vende em Israel aos que fazem turismo religioso, um kit com terra e pedregulhos de Jeuslém e um vidrinho com água do rio Jordão. Eu mesmo vendia uma média de 400 kits por dia, para pessoas do mundo inteiro. Foi nesta loja que conheci aborígenas e as mais diversas tribos africanas com suas cicatrizes tribais no rosto. Conheci pessoas de países que eu nem sabia que existia. E todas levavam este kit com muita fé que ele tinha poder de cura. Desta forma, pelo menos umas 200 vezes por dia eu pedia perdão a Deus antes de confirmar a pergunta do comprador se aquilo realmente curava, pois vinha tudo da China onde era mais barato embalar terra, pedrinhas&#8230;<br />
Eu já até sugeri uma pauta para a imprensa sobre este assunto. A água do rio Jordão da Terra Santa é MADE IN CHINA!</p>
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